Denúncia de um ouvinte policial militar do Rio de Janeiro sobre o escárnio promovido pelas autoridades de segurança pública do estado e governo federal contra a instituição fluminense.
Cada membro da ilegal organização petista “FORÇA NACIONAL” vai receber mais de R$500,00 por dia durante os jogos olímpicos do Rio de Janeiro. A Polícia Militar do estado foi jogada em 3. plano para cuidar das periferias e zonas de conflito, servindo de escudos humanos para manter as aparências de normalidade durante o evento.
Após ameaças de membros da milícia conhecida como Gardênia Azul contra homens da “Força Nacional”, resolveram apelar para a PM-RJ, mesmo com salários indignos e atrasados. A “solução” foi colocar DOIS PM’s servindo de barreiras humanas diante do quartel da guarda pretoriana petista.
Mais de 2.500 homens da Força Nacional dependendo DOIS policiais militares do Rio de Janeiro sem nenhuma proteção extra ou bonificação pelos riscos envolvidos.
Agentes da Força Nacional confirmaram à repórter Mariana Queiroz, da Globonews, que tiveram problemas com milicianos em um condomínio na Gardênia Azul, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Cerca de quatro mil homens estão no local esperando pela Olimpíada, que se inicia no dia 5 de agosto.
Alguns dos policiais afirmaram que milicianos vieram até o local quando os agentes tentaram instalar internet nos quartos disponíveis para a Força Nacional. A milícia teria proibido essa instalação. Muitos relataram se sentirem acuados com a presença da milícia na região.
Policiais reclamam muito da falta de estrutura, e reclamam que quando saíram de seus estados de origem, tiveram uma diária dobrada prometida de R$ 48. Ao chegarem, teriam tido que arcar com todos os custos.
Nesta quinta-feira, a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) realizou uma operação na região para operação de rotina de mapeamento e reconhecimento da região para combate às milícias.
Segundo o jornal “Extra”, agentes contaram que milicianos estão comandando a região, determinando até mesmo a hora que os agentes podem andar armados ou não no local. A Força Nacional e o delegado Alexandre Herdy, da Draco, negaram as informações.
