Que tal sair por aí com pepecas penduradas na orelha ou no pescoço? Essa é a proposta da La Bruja Buceteria, marca criada há dois meses pela estudante de teatro Maria Clara Pérez. Aos 19 anos, ela une a militância feminista com o trabalho de biscuit feito à mão, que dá origem aos produtos batizados de colarxota, brincoceta, pepekímã. “A marca surgiu da minha necessidade de ver b... nas coisas. A gente vê pinto o tempo todo, em ônibus, nas paredes. B... não”.
As criações são comercializadas em feiras e bazares da cidade, com preços entre R$ 10 e R$ 25, dependendo do material. Um detalhe importante: as peças só são vendidas a mulheres. “Era pra ser uma coisa bem simples: uma mulher vendendo acessórios de b... pra empoderar quem tem uma.
Mas tem muito homem que quer comprar e gera uma confusão... mas continuo firme na escolha, porque é muito além de uma bijuteria. Seria muito contraditório deixar que homens usassem os colarxotas ou os brincocetas”, diz a designer. No domingo (7), ela expôs na Farofeira, na Oikos Casa de Cultura, na Pituba. No instagram da marca (@brujabuceteria) dá para saber da programação de eventos.
Fonte:

